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sábado, 27 de maio de 2017

8 Canales de Youtube sobre Literatura

youtube literatura
Un libro es un amigo en cualquier circunstancia, una conexión entre las almas. Para otros es una actividad aburrida, tediosa y complicada. Pero los libros siempre están allí, listos para sumergirnos en las páginas de una aventura o enseñarnos cosas que jamás hubiéramos imaginado. Cada título es una vida diferente por ser vivida y una oportunidad de viajar sin salir de casa. Por eso te traemos estos ocho canales de Youtube donde podrás encontrar las mejores recomendaciones y reseñas de tus géneros favoritos, ¡no esperes más!


8 Canales de Youtube sobre Literatura

Teacher/Teacher-Librarian Collaborative Inquiry – Canadian School Libraries Journal

Figure 2: Exploring Art Image Prints


Teacher/Teacher-Librarian Collaborative Inquiry – Canadian School Libraries Journal

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Atenta Inquietude: DAÍ ESTE MEU CANSAÇO


Por outro lado, sabemos e não é de agora que o chumbo, a retenção, não transforma o insucesso em sucesso, repetir só por repetir não produz sucesso, aliás gera mais insucesso conforme os estudos mostram quer se queira, quer não. Aquilo a que alguns chamam de “cultura de retenção” existe e marca de forma importante alguns dos discursos agora retratados.



Também sabemos que para promover mais sucesso e não empurrar os alunos para os anos seguintes sem nenhuma melhoria nas suas competências ou saberes é essencial promover e tornar acessíveis a alunos, professores e famílias apoios e recursos adequados e competentes de forma a evitar a última e genericamente ineficaz medida do chumbo.



Sabemos também que a escola pode e deve fazer a diferença, em muitas escolas isso acontece. Mas para que isto seja consistente e não localizado também sabemos que o sucesso se constrói identificando e prevenindo dificuldades de forma precoce, com a definição de currículos adequados, com a estruturação de dispositivos de apoio eficazes, competentes e suficientes a alunos e professores, com a definição de políticas educativas que sustentem um quadro normativo simples e coerente e modelos adequados e reais de autonomia, organização e funcionamento das escolas, com a definição de objectivos de curto e médio prazo, com a valorização do trabalho dos professores, com práticas de diferenciação e expectativas positivas face ao trabalho e face aos alunos, com melhores níveis de trabalho cooperativo e tutorial, quer para professores quer para alunos, etc.



Sabemos tudo isto. Nada é novo.
Só falta um pequeno passo.

Construir para todos os miúdos trajectórias de sucesso. Não, não é uma utopia. Tal como o insucesso não é uma fatalidade do destino. (citando o José Morgado, no blog abaixo referido)



Atenta Inquietude: DAÍ ESTE MEU CANSAÇO: É apresentado hoje um estudo da associação EPIS – Empresários pela Inclusão Social realizado em parceria com Fórum das Políticas Públicas ...

Coisas que gosto de partilhar: Amar pelos dois com comunicação alternativa/aumentativa

Amar pelos dois com comunicação alternativa/aumentativa
Fica aqui um filme realizado no âmbito da disciplina de Comunicação e Linguagem. A letra do poema "Amar pelos dois" foi adaptada para a linguagem alternativa. Espero que gostem



Coisas que gosto de partilhar: Amar pelos dois com comunicação alternativa/aumentativa

domingo, 14 de maio de 2017

Arte e Literatura, essenciais para a democracia - porquê?



Um belo artigo de 2017, de uma fonte estranha : World Economic Forum

Destaco uma pequena parte. A foto não é da mesma fonte, mas daqui.

Everybody raise their hand
Silence, it is said, implies complicity. But that’s only half the story. Silence also confirms oppression, because the ability to speak out is too often a luxury of the privileged. 
The aggressive populism we see today seems to be a testament to people refusing to be silent - and rightly so. Our societies have largely failed to provide equally for all, and technology now gives us new avenues through which to be heard, and with which to rebel against repressive ideas and structures. New leaders have latched onto that and now seek to speak for us, even though many of them are rallying us crudely around fear and mistrust. 
But there is hope where there is life, even such as it is now. Because it reveals potential. This is where, counterintuitively, literature and creative writing come in. 
In 1969, Lee Kuan Yew, the president of Singapore, famously said: “Poetry is a luxury we cannot afford. What is important for pupils is not literature, but a philosophy for life.” In this, the founding father of that impressive small nation was wrong. A philosophy for life is precisely what literature teaches us. 
You need only open a book, from oldest scripture to contemporary novels. Moses refused to be enslaved, Odysseus spoke truth to power, Atticus Finch did not compromise justice, and Hermione Granger showed us how things are done. Plato imagined a just nation, Thomas Paine proved the importance of universal human rights, and John Stuart Mill empowered the individual and revealed the necessity of freedom of expression. 
It’s all there on paper and in the ether. The self and society, tragedy and triumph, right and wrong, values and ideals - Lee Kuan Yew’s philosophies for life are easily accessible through bookshops, libraries, and the internet. 
Yet while it’s conventional that wisdom exists in literature, creative writing has always been seen as more rarefied or intimidating. It has been celebrated as personally palliative, yes, but it’s never been considered a method to increase participation in society. After all, what good is composing poetry and writing stories when you need a job, or a nation must be founded, or a war has to be won, or cancer is ravaging the bodies both human and politic? 
But creative writing can be anyone’s best training for speaking out - and if you’ve ever read novels, heard scripture, watched movies or TV, listened to songs, or learned folklore, then you’ve been studying your entire life how storytelling works. By applying your hand at creating it, you are not just attempting art, you are learning vital skills and life lessons. 
Fiction teaches us about characters and empathy, plot and consequences, and the value of nuance to truth. Poetry teaches us how to distil language, value silence, and understand metaphor. Non-fiction (which certainly includes journalism) teaches us accountability to facts, critical thinking about the systems in society, and the importance of getting out into the world to listen to others. These are but a few of the skills one learns from writing creatively. 
Are those life lessons not vital to democracy? To have a voice is to have a vote. To have a vote is to be represented in society. To represent ourselves clearly and confidently empowers us citizens to air our own concerns and our community’s grievances, to be accountable for ourselves, and to demand the accountability of our leaders. If we are not trained to articulate our arguments properly, we will never be heard legitimately, and we can be ignored too conveniently.


EWN - Eyewitness News — Here’s why art and literature are vital to democracy

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Promoting a culture of reading, Hub - THE BUSINESS TIMES

Achais que um melhor futuro se compra apenas com tecnologia?

Desenganai-vos...



BT_20161118_FKCSCHEN18_2603460.jpg


"The school had a computer lab and a multimedia lab, but when they unlocked the door to the library, it was a room that is uncomfortable, not welcoming and badly stocked. There was nothing of interest to children," he said during the keynote interview at the Credit Suisse Philanthropists Forum 2016.
Wanting to address the situation, he sent out a request for proposals, and received one from a retired teacher who offered to restock the library. When the new books arrived, students queued to get a chance to read the new materials.
He described this experience as a "light bulb" moment. "If this was happening at this school in one of the best districts in China, then this is potentially a national issue we could tackle."


Promoting a culture of reading, Hub - THE BUSINESS TIMES

Brasil - MEC estuda mudar o PNBE: uma análise



Crianças manuseiam livros em escola em Goiânia | © Ascom / FNDE

As bibliotecas, se não forem os locais da diversidade, do estímulo à curiosidade e ao espírito crítico simplesmente não são bibliotecas. São maquininhas de censura e castração.


A ler!

MEC estuda mudar o PNBE: uma análise | PublishNews

quinta-feira, 11 de maio de 2017

International Communia Association - The International Association On the Digital Public Domain

Copyright and Education in Europe: 15 everyday cases in 15 countries

Woman approaching a windmill

Portret van Deborah Delano lezend, James Abbott McNeill Whistler, 1858


International Communia Association - The International Association On the Digital Public Domain

International Communia Association - The International Association On the Digital Public Domain

Copyright and Education in Europe: 15 everyday cases in 15 countries

Woman approaching a windmill

Portret van Deborah Delano lezend, James Abbott McNeill Whistler, 1858


International Communia Association - The International Association On the Digital Public Domain

International Communia Association - The International Association On the Digital Public Domain

Copyright and Education in Europe: 15 everyday cases in 15 countries

Woman approaching a windmill

Portret van Deborah Delano lezend, James Abbott McNeill Whistler, 1858


International Communia Association - The International Association On the Digital Public Domain

Livrios de imagens perfeitos para ler em voz alta

adult reading to a child in the library

Bibliotecas públicas ao serviço da leitura e das pessoas reais podem ter estratégias simples e eficazes, que importa partilhar. Nas escolas, muito podemos beneficiar deste conhecimento em circulação.
Um exemplo singelo porém significativo: seleção de 10 títulos de livros de imagens para ler em voz alta, no fundo. Estas recomendações de leitura fazem parte de uma série de contributos de diferentes autores/leitores, publicados regularmente pela biblioteca. 

Canadá, Biblioteca Pública de Toronto, 2017

Programa Growing a reader.



Ler mais aqui:

Canada 150: Wonderful Picture Books that are Perfect for Reading Aloud - Growing a Reader: Kids' Books, Tips and More

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Passado Colonial. "Não sabemos o lado verdadeiro da nossa história"

 
Frederica: "A História foi o que nos trouxe até aqui e temos de a conhecer, porque nos a perceber quem somos." 
Marta concorda: "Há uma grande vontade de esconder as coisas como elas realmente foram. Olhando para o manual do 12.º ano, mesmo em relação ao nazismo não tem nada por aí além. Daí que quando a professora mostrou o documentário sobre os campos de concentração aquilo foi um choque tremendo e foi bem dado. Temos da guerra colonial a ideia de que foram todos muito selvagens tanto de um lado como do outro, mas do império colonial o que nos vem à cabeça é a imagem do mapa e da Europa a dizer "Portugal não é um país pequeno". 
Do 25 de Abril sabemos todos os pormenores, falamos de tudo e mais alguma coisa. Mas da guerra colonial só nos dão a ideia geral. Nós temos 12 anos de escolaridade obrigatória. E pelo menos num desses anos, no último, devemos aproveitar a oportunidade para nos educarmos sobre certos assuntos que não são falados em mais lado nenhum, porque ainda são tabu. Não sabemos o lado verdadeiro das coisas, o lado verdadeiro da nossa história."




ALFIN 



Literacia Informacional não trata de saber lidar com ambientes digitais, mas com competências de produção de pensamento crítico, pesquisa, descoberta, transformação e criação de informação. Neste caso sobre o que somos e queremos ser, matéria da História e das Ciências Humanas, que todos os dias descobrimos serem saberes essenciais no século XXI, tal como as artes da comunicação e da expressão. Para saber mais, leiam a reportagem, publicada hoje, 100 anos depois da Revolução de Outubro, muitos mais depois de 1441, quando se inicia o comércio de escravos por mãos porturguesas, e de  outros factos significativos, se os soubermos descobrir, ler e interpretar.




Reportagem - Passado Colonial. "Não sabemos o lado verdadeiro da nossa história"

domingo, 30 de abril de 2017

A Voz do Operário discutiu “perfil dos alunos para o século XXI”

 
"Por último, tratando-se de um perfil que valoriza o
local e a participação, existem desafios em relação à
produção de meios didáticos - a começar pelos livros escolares.
A experiência nas escolas de A Voz revela que a
aquisição anual de livros escolares com a lógica de um
livro/uma criança não é necessário, nem é desejável.
Considera-se que a autonomia das crianças começa com
a conceção do seu plano de aprendizagem como fruto da
interação com as outras crianças e os adultos imediatamente
implicados e não depende de um fornecedor de
conteúdos à distância."

Isto da "frente digital" na educação tem de ser pensado de cabo a rabo, que é como quem diz dos princípios gerais e dos curriculum aos programas, aos manuais e às condições quotidinas das escolas, como tudo o resto, criticamente e evitando deslumbramentos e cansaços.



Vale mesmo a pena ler o parecer todo da Voz do Operário, assinado por Pascal Paulus e publicado na página 4 do Jornal desta escola centenária de Lisboa.



JornalAbril2017.pdf

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Redução de alunos por turma vai começar pelas escolas mais pobres

 Medida abrange anos iniciais de ciclo das escolas TEIP-Territórios Educativos de Intervenção Prioritária
Assim, no 1.º ciclo o número de alunos passará de 26 para 24 e nos restantes ciclos de escolaridade baixará de 30 para 28. Estes números são bastante superiores aos propostos pelos aliados do Governo no Parlamento. Tanto o PCP, como o BE e os Verdes apresentaram projectos com vista à diminuição para 19 do número de alunos por turma no 1.º ciclo. Para os restantes ciclos propuseram que este limiar se fixasse entre os 20 e os 22 alunos. Estes projectos foram aprovados na generalidade em Outubro, tendo baixado à comissão parlamentar de Educação onde ainda se encontram em análise.


Ler também a propósito:

Foi aprovado por unanimidade, na 126.ª Sessão Plenária do Conselho Nacional de Educação, o parecer sobre 'Organização da escola e promoção do sucesso escolar' (junho de 2016); coord. Joaquim Azevedo. Cito das p. 11-13:
A literatura consultada assinala que, globalmente, grupos-turma menores que os habituais potenciam mais tempo efetivo de aprendizagem, maior diferenciação pedagógica, maior diversificação de atividades a desenvolver com os alunos, aumento da autoestima e do desenvolvimento cognitivo com efeitos duradouros na aprendizagem. A redução do número máximo de alunos por turma transporta outros benefícios identificados na literatura: é eficaz particularmente nos primeiros anos de escolaridade, diminui a indisciplina e aumenta o tempo de trabalho efetivo, permite um ensino com feedback permanente e apoio mais personalizado aos alunos, permite mais tempo dedicado à interação/comunicação e à discussão em grupo-turma, aumenta a tolerância dos docentes em relação aos comportamentos dos alunos, é gasto menos tempo na gestão da disciplina e da sala de aula e aumenta o tempo para o incentivo, a orientação e o acompanhamento. 
Todavia o efeito não é direto, pois a uma redução do número de alunos por turma não corresponde necessariamente uma melhoria dos resultados do grupo de alunos. Há estudos que revelam também que os efeitos são pequenos, nulos e positivos, tanto no curto prazo como nos anos subsequentes. 
(...) A redução do número de alunos por turma, de per si, poucas ou nenhumas melhorias pode provocar, se com o novo grupo mais reduzido de alunos nada mudar nas práticas pedagógicas dos professores. 
Ora, uma medida de política isolada de redução do número de alunos por turma, além de ter uma implicação imediata no aumento dos custos da educação, pode não conduzir a nenhum outro resultado positivo esperado.
Outros fatores são identificados como potenciando essa melhoria dos resultados, sem que a intervenção política incida sobre a dimensão do grupo-turma: as práticas docentes e a qualidade dos professores, as menores taxas de retenção, a mobilização de recursos para a ação educativa, a mediação familiar com os pais mais afastados da “gramática escolar” e de contextos familiares e socioeconómicos desfavorecidos.
 
A qualidade dos docentes parece dominar sobre qualquer efeito da redução do número de alunos da turma.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

INCoDe.2030 - iniciativa para melhorar competências digitais de Portugal

20170403 Mctes Incode2030
5 eixos, pela Cidadania e a generalização de Competências Digitais

Inclusão
Educação
Qualificação
Especialização
Investigação

Programa até 2030.

Agentes envolvidos: entidades da administração oública (como Ministérios, IEFP, FCT...), universidades, escolas/agrupamentos de escolas do ensino básico e secundário, empresas privadas, duas redes de bibliotecas: RNBP e RBE - bibliotecas públicas e bibliotecas escolares.
A cerimónia de lançamento foi hoje, em Lisboa.

Notícias:
Governo apresenta iniciativa para melhorar competências digitais de Portugal :: Notícia :: Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior :: República Portuguesa

INCoDe.2030 é iniciativa do governo que quer tornar Portugal mais digital

sábado, 1 de abril de 2017

Teresa Calçada e Elsa Conde no PNL2017-2027



A beleza das redes é que podemos partilhar sem parafrasear.

O Paulo bibliotecou uma peça já esgalhada sobre as novidades, boas, no Plano Nacional de Leitura, doravante gerido por uma comissão presidida por Teresa Calçada e Elsa Maria Conde (nas imagens). Ora façam favor de visitar o blog dele...



Bibliotequices: Teresa Calçada e Elsa Conde no PNL2017

quarta-feira, 29 de março de 2017

“Portugal tem de ter cuidado para educar as crianças para o seu próprio futuro e não para o nosso passado” – Observador

Pense nisso desta maneira: Portugal e China têm um número semelhante de alunos por professor. Mas na China as turmas têm o dobro dos alunos de Portugal. Como é que isto aconteceu? É que na China a componente letiva dos professores é pouco mais de metade da dos professores portugueses. Isso dá-lhes muito tempo para trabalhar individualmente com os alunos e com os pais, para preparar e avaliar as aulas, para investir no seu desenvolvimento profissional e no dos colegas. Em Portugal, os professores têm pouco tempo para fazer qualquer outra coisa que não seja ensinar. Assim, ao invés de diminuir o tamanho da turma, pode ser mais importante pensar noutras formas de fortalecer a profissão docente.


“Portugal tem de ter cuidado para educar as crianças para o seu próprio futuro e não para o nosso passado” – Observador

Futurália: 29 de março a 1 de abril, em Lisboa

 
Esse pensar o futuro é mais para as instituições e empresas ou é também pensar o futuro para os jovens?Elas são complementares. Aquilo a que se podia chamar uma espécie de revolução 4.0 é algo que vai afetar muito as empresas que vão ter de investir e utilizar processos, equipamentos, procedimentos que são diferentes daqueles que utilizam hoje, mas também para a administração pública. Não podemos confinar o processo da digitalização às empresas, temos de alargar a todos os setores da sociedade e designadamente em tudo o que sejam serviços públicos de relação com o público, a educação, a saúde, a justiça, a segurança social. Esta questão da digitalização é algo que vai tocar a todos. 
Este processo está mais avançado no ensino do que nas empresas?As empresas têm muito trabalho feito. Vamos ter no primeiro painel de sexta-feira um representante da Ernest & Young, Miguel Fernandes, que coordenou um projeto de digitalização das empresas, com Portugal, EUA, Índia e Inglaterra. Houve redes de interação sobre esta matéria com experiências de vários setores, e esse processo nas empresas, em alguns setores, está muito avançado. Agora, está muito longe daquilo que se perspetiva, e não é só na área da digitalização como o processo industrial que é a robotização, as impressoras 3D. O que importa é expandi-las, fazer uma espécie de consolidação deste processo, e julgo que as instituições de educação têm muito ainda a fazer. O sistema de ensino e aprendizagem, a sala de aula, a organização da sala de aula, o relacionamento professor-estudante, o relacionamento entre estudantes e o conhecimento estão a alterar-se. Isto é um processo imparável, querer parar isto é como querer parar o vento com as mãos. A ideia que tenho é que a alteração nas escolas vai-se fazer muito por ação dos alunos. Os miúdos têm os tablets como nós temos o lápis, eles convivem com isto desde que nascem. Portanto, o processo vai ser mais ou menos rápido, mas tem de ser escola a escola.
Ler mais aqui:
Marçal Grilo: "Formamos gente de topo e os alemães levam aos 30 engenheiros"


Futurália 2017 - ver aqui

domingo, 12 de março de 2017

Literacia & Bibliotecas Escolares na Geografia das Oportunidades Para Toda a Gente

Resultado de imagem para learning commons ontario model school library

Para ter omoletas, é preciso ovos. Para conseguirmos cidadãos com níveis de literacia adequados ao século XXI, é preciso mais que coleções de livros/bibliotecas de turma e duas idas por semana à biblioteca municipal... E mais que compras de tablets e portáteis sem acompanhamento de ninguém na sua utilização e na exploração do potencial destas e de outras tecnologias. Na escola, que é onde toda a gente vai nas democracias. E fora dela, mas também nela.


Em 2011, no Canadá, apenas 56% das escolas básicas tinham professor-bibliotecário (um retrocesso face aos 80% em 1997/98); 66% das escolas secundárias tinham professor bibliotecário eram 78% em 1997/98); 40% das escolas básicas e 57% das secundárias possuiam uma política para trabalho/utilização de redes sociais.

A People For Education, uma ONG Canadiana acessível - o site apresenta informação em 15 línguas, incluindo o português - estava preocupada com estes sinais de atraso e produziu um estudo sobre o impacto das bibliotecas escolares na literacia das futuras gerações, que vale a pena conhecer.
"Quando inquiridos sobre se a sua escola tinha um plano ou estratégia d epromoção da literacia, os diretores de escolas (básicas) eram 6 vezes mais capazes de descrever planos para melhorar a elaboração de testes/padrãode leitura e escrita do que de dar conta de estratégias para melhorar as competências dos alunos na pesquisa ou no uso de tecnologia da informação; os diretores de escolas secundárias estavam 3 vezes mas à vontade para responder com descrições de estratégias para melhorar resultados de literacia.Mas algumas escolas deram respostas relacionadas com a pesquisa e a tecnologia da informação. E nestas escolas, metade indicaram o professor-bibliotecário como tendo um papel chave no desenvolvimento das suas estratégias."
Recomendaram em 2011:

  • "apoio governamental ao papel de liderança dos professors-bibliotecários, que podem trabalhar com os professores de sala de aula para desenvolvewr programas de literacia da informação conretizáveis, para todos os alunos
  • apoio governamental para educação em informação e tecnologia nas faculdades de educação e ao longo do desenvolvimeno profissional de todos os professores"

Leiam mais aqui
http://www.peopleforeducation.ca/wp-content/uploads/2011/07/School-Libraries-2011.pdf

Em 2016, a mesma organização, no seu relatório anual sobre as escolas, não esquece as bibliotecas, defendendo a formação qualificada do professor-bibliotecario e o seu reconhecimento como parte da equipa educativa como decisivos na qualidade das oportunidades que a escola oferece. A estratégia de Ontario é valorizada como positiva - assumidas as bibliotecas escolares como "Learning Commons"
In Ontario, many school libraries have recently transitioned to a Learning Commons model, where the library provides both a physical and virtual space for student learning. 
This model requires collaboration between teacher–librarians, classroom teachers, students, principals, and technical staff. It also integrates technology into a space that is dynamic and adaptable based on students’ learning needs.
Leiam mais aqui 
The geography of opportunity: what’s needed for broader student success 
http://www.peopleforeducation.ca/wp-content/uploads/2016/05/P4E-Annual-Report-2016.pdf

Cidadãos Globais - como os ajudaremos a crescer?


baby computer

Tema do Mês - 4 Cs e para que deve servir a educação escolar (e não apenas escolar) - Pensamento Crítico, Colaboração, Comunicação, Criatividade.
A Biblioteca Escolar pode fazer um D - uma grande Diferença!

"Então, que fazemos? Continuamos a ensinar os alunos a ler e a escrever, a pensar nos seus problemas de matemática, a aprender coisas de história e geografia. Mas também precisamos de os ensinar EXPLICITAMENTE a trabalhar em colaboração com outros e a respeitar o trabalho de equipa. Precisamos de os ensinar a comunicar, tamto oralmente como por escrito, e a compreender o papel da comunicação efetiva enquanto cidadãos globais. Precisamos de os ensinar a serem criativos e inovadores de modo a que encontrem formas novas e diferentes de lidar com problemas, e a que não tenmham medo de arriscar. Precisamos de os ensinar a serem pensadores críticos de modo a que consigam realmente percorrer e compreender a sobrecarga de informação dispoinível na ponta dos seus dedos."
http://projects.upei.ca/ed626-2015/tag/4-cs/

Documentos relacionados (Canadá)

sexta-feira, 10 de março de 2017

Natália Pais - outra visão sobre a infância


Deixou-nos hoje, Natália Pais, Princesa Peregrina como bem lhe chamou a Conceição Lopes. E tanto lhe devo, e lhe devemos. Tive a sorte de a conhecer, e o fraco mérito de a admirar. Gratidão eterna.



Voz firme por políticas de infância e respeito pelos Direitos Humanos e pelos Direitos da Criança em Portugal, pela Arte/Educação, e pelas Ludotecas.
Aqui, em 2014 (min.11:43-21:23)

quinta-feira, 9 de março de 2017

Pelo silêncio frutuoso nas bibliotecas

Semáforo para controlar el nivel de ruidos


Se quiser comprar um, custa pouco mais de 120€, aqui:
http://www.hermex.es/tienda/articulo/semaforo-para-controlar-el-nivel-de-ruidos

Como aplicar?

Uma notícia de Fevereiro de 2017, fala-nos de um exemplo numa biblioteca escolar, um projeto inovador em Leiria, Portugal, na Escola EB23 José Saraiva

Um semáforo combate os efeitos do ruido excessivo na biblioteca. Quando o ruído é excessivo, acende-se a luz vermelha e ouve-se uma buzina. Segundo o artigo, a experiência está a resultar.
Os sintomas mais comuns nos adultos, de uma exposição prolongada ao ruído são as dores de cabeça, a ansiedade e “stress”, as perturbações metabólicas e as dificuldades em dormir
Entre crianças e adolescentes, destacam-se a baixa produtividade, a interferência na comunicação e as dificuldades na aprendizagem.
Ler mais aqui:

rdl06-07_panorama_ruido-nas-escolas.indd

http://rbleiria.pt/wp-content/uploads/2017/02/LE071502.pdf


domingo, 26 de fevereiro de 2017

Pelo Reforço das Artes no Ensino Superior - Literacias do séc. XXI

What, then, can be done, apart from efforts to expand general education requirements or make it more difficult for students to fulfill liberal arts requirements off-campus by requiring students to meet various “flags” (for example, by requiring a specified amount of reading and writing or a certain portion of course content devoted to diversity). 
Four strategies for saving the liberal arts stand out.
Strategy 1:  Reimagining the First Year Experience(...)~ 
Strategy 2:  Emphasizing Professional Identity Development(...) 
Exemplifying this new model are Stanford’s CS+ joint majors that integrate the humanities with Computer Science and require students to complete a capstone project that fuses technology and the humanities. These capstone projects range from digital editions of literary works and digital representations of historic sites or literary venues to natural language processing applied to literary analysis. 
Strategy 4:  Establishing a 21st Century Skills Ledger 
This pragmatic approach seeks to identify the skills essential for success in 21st century workplaces.  These are not simply vocational skills, but, rather such future skills as Cross-Cultural Competency, Social Intelligence, Novel, Adaptive and Design Thinking, Sense-Making, New Media Literacy, Transdisciplinarity, and Computational Thinking. 
Achievement of these 21st century literacies is recorded on a skills ledger or Comprehensive Student Record.  A skills ledger is a new currency of achievement and accomplishment that seeks to supplement (or replace) the credit hour.  Unlike the current emphasis on seat time, a skills ledger is a dynamic record of a person’s skills and competencies, which can be obtained from a variety of providers, academic and non-academic, acquired in classrooms or through other kinds of experiences.  A 21st century skills ledger seeks to ensure that students acquire critical “soft skills,” most of which are firmly grounded in the liberal arts. 
The obstacles to adopting and implementing any of these strategies are obvious.  These strategies require cross-departmental collaboration, cooperation, and consensus-building – virtues generally at odds with the academy’s emphasis on faculty and departmental autonomy.  Yet if we are to reinvigorate the humanistic ideal of colleges and universities educating the whole person, we must be willing to think outside our disciplinary boxes and imagine ways to explicitly link liberal arts content to broader conversations and to more explicitly focus on the kinds of skills –21st century or otherwise -- that the liberal arts can instill. 
Steven Mintz is Executive Director of the University of Texas System's Institute for Transformational Learning and Professor of History at the University of Texas at Austin.
Ler mais aqui:

Strategies for Saving the Liberal Arts | Higher Ed Gamma (2017)



Relacionado:

Saving the Liberal Arts (2016):

“We should not measure the impact of the humanities simply by counting numbers of majors,” she said. “The whole design of the liberal arts system is that courses in the humanities are required of all students, no matter what their major. … Students can major in computer science or engineering, but in such a system they are also required to take general liberal arts courses in history, philosophy and literature. This system has striking advantages, preparing students for their multiple future roles in much more adequate way than a narrow single-subject system.

Pelo Reforço das Artes no Ensino Superior - Literacias do séc. XXI

What, then, can be done, apart from efforts to expand general education requirements or make it more difficult for students to fulfill liberal arts requirements off-campus by requiring students to meet various “flags” (for example, by requiring a specified amount of reading and writing or a certain portion of course content devoted to diversity). 
Four strategies for saving the liberal arts stand out.
Strategy 1:  Reimagining the First Year Experience(...)~ 
Strategy 2:  Emphasizing Professional Identity Development(...) 
Exemplifying this new model are Stanford’s CS+ joint majors that integrate the humanities with Computer Science and require students to complete a capstone project that fuses technology and the humanities. These capstone projects range from digital editions of literary works and digital representations of historic sites or literary venues to natural language processing applied to literary analysis. 
Strategy 4:  Establishing a 21st Century Skills Ledger 
This pragmatic approach seeks to identify the skills essential for success in 21st century workplaces.  These are not simply vocational skills, but, rather such future skills as Cross-Cultural Competency, Social Intelligence, Novel, Adaptive and Design Thinking, Sense-Making, New Media Literacy, Transdisciplinarity, and Computational Thinking. 
Achievement of these 21st century literacies is recorded on a skills ledger or Comprehensive Student Record.  A skills ledger is a new currency of achievement and accomplishment that seeks to supplement (or replace) the credit hour.  Unlike the current emphasis on seat time, a skills ledger is a dynamic record of a person’s skills and competencies, which can be obtained from a variety of providers, academic and non-academic, acquired in classrooms or through other kinds of experiences.  A 21st century skills ledger seeks to ensure that students acquire critical “soft skills,” most of which are firmly grounded in the liberal arts. 
The obstacles to adopting and implementing any of these strategies are obvious.  These strategies require cross-departmental collaboration, cooperation, and consensus-building – virtues generally at odds with the academy’s emphasis on faculty and departmental autonomy.  Yet if we are to reinvigorate the humanistic ideal of colleges and universities educating the whole person, we must be willing to think outside our disciplinary boxes and imagine ways to explicitly link liberal arts content to broader conversations and to more explicitly focus on the kinds of skills –21st century or otherwise -- that the liberal arts can instill. 
Steven Mintz is Executive Director of the University of Texas System's Institute for Transformational Learning and Professor of History at the University of Texas at Austin.
Ler mais aqui:

Strategies for Saving the Liberal Arts | Higher Ed Gamma (2017)



Relacionado:

Saving the Liberal Arts (2016):

“We should not measure the impact of the humanities simply by counting numbers of majors,” she said. “The whole design of the liberal arts system is that courses in the humanities are required of all students, no matter what their major. … Students can major in computer science or engineering, but in such a system they are also required to take general liberal arts courses in history, philosophy and literature. This system has striking advantages, preparing students for their multiple future roles in much more adequate way than a narrow single-subject system.

Pelo Reforço das Artes no Ensino Superior - Literacias do séc. XXI

What, then, can be done, apart from efforts to expand general education requirements or make it more difficult for students to fulfill liberal arts requirements off-campus by requiring students to meet various “flags” (for example, by requiring a specified amount of reading and writing or a certain portion of course content devoted to diversity). 
Four strategies for saving the liberal arts stand out.
Strategy 1:  Reimagining the First Year Experience(...)~ 
Strategy 2:  Emphasizing Professional Identity Development(...) 
Exemplifying this new model are Stanford’s CS+ joint majors that integrate the humanities with Computer Science and require students to complete a capstone project that fuses technology and the humanities. These capstone projects range from digital editions of literary works and digital representations of historic sites or literary venues to natural language processing applied to literary analysis. 
Strategy 4:  Establishing a 21st Century Skills Ledger 
This pragmatic approach seeks to identify the skills essential for success in 21st century workplaces.  These are not simply vocational skills, but, rather such future skills as Cross-Cultural Competency, Social Intelligence, Novel, Adaptive and Design Thinking, Sense-Making, New Media Literacy, Transdisciplinarity, and Computational Thinking. 
Achievement of these 21st century literacies is recorded on a skills ledger or Comprehensive Student Record.  A skills ledger is a new currency of achievement and accomplishment that seeks to supplement (or replace) the credit hour.  Unlike the current emphasis on seat time, a skills ledger is a dynamic record of a person’s skills and competencies, which can be obtained from a variety of providers, academic and non-academic, acquired in classrooms or through other kinds of experiences.  A 21st century skills ledger seeks to ensure that students acquire critical “soft skills,” most of which are firmly grounded in the liberal arts. 
The obstacles to adopting and implementing any of these strategies are obvious.  These strategies require cross-departmental collaboration, cooperation, and consensus-building – virtues generally at odds with the academy’s emphasis on faculty and departmental autonomy.  Yet if we are to reinvigorate the humanistic ideal of colleges and universities educating the whole person, we must be willing to think outside our disciplinary boxes and imagine ways to explicitly link liberal arts content to broader conversations and to more explicitly focus on the kinds of skills –21st century or otherwise -- that the liberal arts can instill. 
Steven Mintz is Executive Director of the University of Texas System's Institute for Transformational Learning and Professor of History at the University of Texas at Austin.
Ler mais aqui:

Strategies for Saving the Liberal Arts | Higher Ed Gamma (2017)



Relacionado:

Saving the Liberal Arts (2016):

“We should not measure the impact of the humanities simply by counting numbers of majors,” she said. “The whole design of the liberal arts system is that courses in the humanities are required of all students, no matter what their major. … Students can major in computer science or engineering, but in such a system they are also required to take general liberal arts courses in history, philosophy and literature. This system has striking advantages, preparing students for their multiple future roles in much more adequate way than a narrow single-subject system.

Alike



Via
A Mente É Maravilhosa (Blog)
https://amenteemaravilhosa.com.br/alike-curta-criatividade-criancas/

O que formos em 2030 também depende das bibliotecas


O acesso a informação é um direito humano básico que pode acabar com o ciclo da pobreza e apoiar o desenvolvimento sustentável. A biblioteca é o único local, em muitas comunidades, em que as pessoas podem aceder a informação que os ajude a melhorar a sua formação, a desenvolver novas capacidades, a encontrar trabalho, a iniciar empresas, a tomar decisões informadas em matéria de agricultura e de saúde, ou a entender o que se está a passar com questões do meio ambiente. (...) 
As bibliotecas são para toda a gente 
Há bibliotecas em toda a parte, no campo e na cidade, na universidade e no local de trabalho. As bibliotecas atendem toda a gente, independentemente da sua raça, origem social ou étnica, género ou tendência sexual, idade, incapacidade, religião, situação económica ou crenças políticas. As bibliotecas apoiam as populações vulneráveis e marginalizadas e contribuem para garantir que não se neguem a ninguém as oportunidades básicas e os direitos humanos
IFLA, 2013 (trad. Laredo AC, a partir do original em inglês)

A FEBAB Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições traduziu dois documentos essenciais da IFLA, pensados para o nosso futuro comum no planeta até 2030, no seguimento da Declaração da IFLA sobre Bibliotecas em 2013, da Declaração de Lyon em 2014  e de decisões das Nações Unidas em 2015.

Recomenda-se a sua leitura e difusão em bibliotecas de todo o tipo e tamanho. A informação, o acesso democrático aos recursos do conhecimento e a competências em literacia são determinantes no desenvolvimento da população em todos os cantos da Terra.


Publicações em língua portuguesa disponíveis aqui:
E ainda...

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(via Mithós a Ler)

sábado, 25 de fevereiro de 2017

Tecnologias,Educação, Formação - Unesco publica livro

Uso de tecnologias digitais na educação é tema de nova publicação da UNESCO. Foto: Presidencia da República/Ricardo Stuckert


Das reflexões finais:



  • Fortalecer o papel do Estado na condução da política de formação
    docente, promovendo a sinergia das iniciativas do setor privado, no
    marco dos propósitos e das diretrizes gerais da política educacional.
  • Apostar na implementação e no aprofundamento de novos formatos de
    formação [valorizando a colaboração e o trabalho em redes].
  • Desenvolver estratégias específicas de formação e acompanhamento das
    equipes de direção
    das instituições de ensino.
  • Garantir a distribuição e a manutenção de infraestrutura tecnológica e de
    conectividade para as instituições formadoras de docentes.
  • Avaliar as ações empreendidas quanto à formação docente e de
    diretores
    , para contar com as ferramentas necessárias para promover as
    mudanças necessárias de forma oportuna.


Em parceria com a Fundação Telefônica Vivo, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) lançou nesta semana (20/2/2017) o livro “Experiências Avaliativas de Tecnologias Digitais na Educação”. A publicação aborda iniciativas do Brasil, França, Chile, Uruguai e Argentina para medir o impacto das novas tecnologias de informação e comunicação (TICs) em projetos pedagógicos.



Livro aqui:

experiencias_avaliativas_portugues.pdf

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Visão do futuro

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Por causa da visão na página 10:

Pretende-se que o jovem, à saída da escolaridade obrigatória, seja um cidadão: 
• dotado de literacia cultural, científica e tecnológica que lhe permita analisar e questionar criticamente
a realidade, avaliar e selecionar a informação, formular hipóteses e tomar decisões fundamentadas no
seu dia a dia;  
• livre, autónomo, responsável e consciente de si próprio e do mundo que o rodeia; 
• capaz de lidar com a mudança e a incerteza num mundo em rápida transformação;
• que reconheça a importância e o desafio oferecidos conjuntamente pelas Artes, as Humanidades, a
Ciência e Tecnologia para a sustentabilidade social, cultural, económica e ambiental de Portugal e do
mundo; 
• capaz de pensar critica e autonomamente, criativo, com competência de trabalho colaborativo e
capacidade de comunicação; 
• apto a continuar a sua aprendizagem ao longo da vida, como fator decisivo do seu desenvolvimento
pessoal e da sua intervenção social; 
• que conheça e respeite os princípios fundamentais da sociedade democrática e os direitos, garantias
e liberdades em que esta assenta; 
• que valorize o respeito pela dignidade humana, pelo exercício da cidadania plena, pela solidariedade
para com os outros, pela diversidade cultural e pelo debate democrático; 
• que rejeite todas as formas de discriminação e de exclusão social. 
Estes desígnios complementam-se, interpenetram-se e reforçam-se entre si num modelo de escolaridade
orientado para a aprendizagem dos alunos, que visa, simultaneamente, a qualificação individual e a cidadania
democrática.
O pensamento crítico e criativo é uma das 10 competências-chave sinalizadas. A multiplicidade das literacias requeridas é identificada, incluindo a leitura e a escrita, mas também outras dimensões.



Em debate público até 13 de Março de 2017

Mostremos que hoje somos já um espelho do futuro, e comentemos o documento do Ministério da Educação de Portugal, aqui:

http://area.dge.mec.pt/perfil/



Documento integral:

perfil_do_aluno.pdf

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Notícias falsas e questões de género - webinar gratis


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Na hora de Lisboa: 18.30/19.30, dia 10 de fevereiro
Webinar gratuito

Tema: Fake news and gender issues
There's still time to register for a great free webinar coming up next week cohosted by ALISE's Gender Issues SIG and Special Libraries Association's Education Division:Dr. Lesley from California State University Long Beach will be presenting a free webinar on fake news and gende issues. 
The session is part of the DEDU webinar series, and will be held on February 10 at 1:30pm EST. To register, please go to  https://attendee.gotowebinar.com/rt/1927495940305783297 
After registering, you will receive a confirmation email containing information about joining the webinar.  
Brought to you by GoToWebinar® and Webinars Made Easy®
The organizations host monthly webinars to provide a venue for gaining current knowledge in the field and networking.
 
Lesley Farmer and Kristen Schuster

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Leitura digital ao nosso alcance - 7 plataformas

Pagando...



7 plataformas que permitem ler milhares de títulos por assinatura, desde 8,99/mês.

Infelizmente, nenhuma com títulos em língua portuguesa seleccionados para crianças e jovens, como faz a Metaforic Club de Lectura para a literatura em língua espanhola, um produto apoiado oficialmente pelo Governo de Espanha. Dava um jeitão.

E não, não é para acabar com os livros em papel. Pelo contrário. Quanto mais leitores, e mais praticantes houver, mais leitores haverá para todos os suportes e formatos.

Selecção do Julián Marquina, bibliotecário digital :)


Metaforic


7 plataformas de lectura digital por suscripción para devorar libros electrónicos

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Portugal, 2017 - pela literacia mediática

Resultado de imagem para literacia
"1.  O 4.º Congresso dos Jornalistas Portugueses concluiu que as condições em que se exerce hoje o jornalismo, pilar da democracia, comprometem o direito constitucional à informação, indispensável para o exercício pleno da cidadania." 
Já viram isto publicado em algum jornal?



A minha conclusão preferida, porém, como não podia deixar de ser, é esta:



"11. É urgente promover a literacia mediática, com iniciativas no domínio da educação pré-universitária e junto da população em geral." 
Enquanto o povo aceitar tudo sem crítica, medram os do costume.



Resolução Final  do 4.º Congresso dos Jornalistas Portugueses – 4.º Congresso dos Jornalistas Portugueses