Pesquisar Search

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Como se usa plataforma Moodle em e-learning?




Lendo a dissertação de mestrado recente de Vagarinho, J. (2011), aprendemos mais sobre esta questão. Conclui o autor, a partir de estudo de caso de utilização da Plataforma Moodle em ensino universitário:

No âmbito do estudo realizado e dando resposta à questão de investigação, concluiu-se que a actividade mais utilizada é o recurso com 45% classificada de ―Sempre, seguido do fórum com 22% também classificada de ―Sempre. Por outro lado, exercício, lição e trabalhos são três actividades "Muitas vezes" (56%) utilizadas. E a actividade Etiqueta foi a menos utilizada com 78% da classificação "Nunca". O fórum é a actividade mais fácil de utilizar e em conjunto com a actividade trabalhossão as principais na avaliação dos alunos. Ainda relativamente à actividade fórum e em conjunto com a actividade recursos são as mais aceites pelos intervenientes. Também concluímos que o recurso é a actividade com mais preferência e que estas actividades permitem uma colaboração fácil entre o professor/aluno, aluno/professor e vice-versa.
Um outro estudo recente, acedido através do precioso RCAAP: Kaufmann, M (2010). Moodle as a central platform for the Virtual Campus. A partir de um estudo realizado sobre a Escola Superior Paula Frassinetti, conclui-se:
Our perspective is that, step by step, our institution will be moving towards a 24x7 service provider, available through the Internet, with rich on-line materials and tools like discussion forums and chats, facilitating the creation and fortification of learning communities.We can see an increase of the demand for digital educational content, both by professors and by students. The production of quality educational content is a time-and-money consuming enterprise, regardless, if the content is produced by an outer entity or directly by the professor.

One of the biggest challenges for the future is the reutilization of educational content.

The first major task is to find ways to make educational content (or parts of it) reusable. As all indicates, this shall not be a technique, which is applied to content after its creation. Therefore, material has to be redesigned  to be deliverable and divisible, for instance, using the SCORM 2004 model from the ADL initiative (ADL, 2006). In consequence, we foresee that, eventually, whole courses have to be rethought. The second task is to create a flexible digital educational repository, which permits the discovery and the reuse of existing content. Ideally, such a repository should be integrable with the eCampus Moodle technology.
Esperemos estudos deste tipo sobre outros níveis de escolaridade.

Proporcionar aos adolescentes instrumentos digitais para organizar o caos



Analisa prós e contras do novo paradigma web 2.0, do ponto de vista da educação e o pensamento. A escola tem de encarar as dimensões digital, audiovisual e mediática da literacia. A Cultura Digital funde duas culturas: a tradicional e a audiovisual. Onde e como se aprenderá a saber olhar e pensar antes de consumir/acreditar/confiar? O autor defende o trabalho com o livro, em sala de aula e no espaço pessoal, e a leitura linear como essencial neste novo paradigma, sem que isso signifique abandonar a educação para os media (incluindo a publicidade) e a aprendizagem dos seus códigos e retóricas.
No caso dos adolescentes, a proposta que faz de em contexto de expansão das redes sociais, procurar que se passe da rede "de amigos" a redes "de interesses", ao mesmo tempo que se aproveitam as potencialidades criativas da web 2.0  merece reflexão. O reforço do eu que processa e produz, articulando imagens e texto e proprocionando a organização do caos (tags, marcadores sociais, blogs, wikis, e-portfolio, etc) e a contrução da SUA identidade digital (e real!) parece de facto um caminho a seguir.
Como Angel Encinas, e tal como cada vez mais educadores(as) por esse mundo fora, espero que na escola se aposte no pensamento crítico e não se desista de formar cidadãos digitais criativos, pacientes, libertos de preconceitos e esterotipos.
A Fundacion German Sanchez Ruiperez continua a alimentar pensamento crítico nestas Jornadas de Maio (foram as 19ªs) e ainda bem que há redes de partilha eficazes para nos ajudar a reflectir, mesmo sem ter podido ir a Salamanca presencialmente...

Via João Paulo Proença, no Facebook

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Programa para fortalecer as línguas iberoamericanas na Educação


14 metas (palavra iberoamericana..), e a décima, viva! reza assim:

10. Propuestas coordinadas para impulsar la lectura y las bibliotecas escolares en las escuelas. 

No documento anexo em pdf no site, e que tem sido esta semana base de trabalho de uma reunião da OEI em San Jose (Costa Rica) constam sete linhas de acção. A quarta é inteirinha para as bibliotecas escolares:

4 - DESARROLLO DE UN PROGRAMA ESPECÍFICO SOBRE LECTURA Y BIBLIOTECAS ESCOLARES 

Vale a pena ir ler... e já agora, ler também o resto do documento!

terça-feira, 7 de junho de 2011

Minidicionário livre de língua portuguesa



A Hedra acaba de lançar o Minidicionário Livre da Língua Portuguesa, em formato pdf, uma obra publicada sob as licenças Creative Commons (BY-NC), que permitem que o seu conteúdo circule livremente pela internet e possa ser reutilizado em projectos sem fins comerciais.
Coordenado pelo professor de Filologia da Universidade de São Paulo M. M. Santiago-Almeida, o Minidicionário Livre da Língua Portuguesa conta com mais de 35 mil verbetes em 722 páginas, e pode ser descarregado aqui
Agradeço a dica ao Carlos Pinheiro

Sin población culta no habrá una sociedad líquida que sea democrática e inteligente

Acessíveis são, ou podem ser cada vez mais, as tecnologias: mas a qualidade do seu uso depende da literacia da população.